Que os perfumes são criados para explorar o passivo,

involuntário e irracional (subconsciente) sentido do

olfato, e para provocar reações emocionais através do

sistema límbico (amígdala e hipotálamo) - o “cérebro

antigo” que governa as respostas primitivas e os

impulsos hedonistas do apetite, da sexualidade dos

sentimentos. Embora o apelo especializado ao erotismo

da perfumaria moderna não tenha nenhum propósito

prático , uma vez que não usamos mais o olfato

instintivamente para nos proteger contra os perigos,

podemos também usar o olfato para o prazer sensual,

por prazer ou diversão. Contudo, existem outros usos

mais valiosos e significativos para nossos poderes

olfativos: oportunidades para, de forma introspectiva,

revelar, recriar e saborear memórias e para expandir a

imaginação e a criatividade - características superiores

e exclusivamente humanas que podem ser apropriadas

pela aromaterapia.

Até breve!